domingo, 18 de setembro de 2016

Quando o amor acontece...

Pensei em escrever algo pensando em você. Mas agora vejo que falar de você, é como falar de mim.

Eu sempre fui comedida com meus sentimentos em relacionamentos anteriores. Sempre muito racional, um dos motivos por não ter chegado ao altar até hoje. Mas o principal motivo que me manteve sozinha, em uma jornada de auto-conhecimento incrível, foi você. O caminho que percorri, cada pessoa que fez parte dele, contribuiu para que hoje eu pudesse me sentir completa o bastante para poder somar na sua vida.

Lembro-me muito bem do nosso primeiro jantar e meu medo absurdo de você ser alguém que tirasse a paz que conquistei ao longo de 3 anos sozinha. Nessas horas é crucial um empurrãozinho, e eu tive. Serei eternamente grata a quem me motivou a não ficar em casa debaixo das cobertas, Sim! Estava um frio nível Guarapuava naquela noite. Mesmo assim, motivei-me e fui. Desci trêmula, pensando que talvez tivesse vestida inadequadamente pra você: horas me achava vulgar, horas achava que deveria mostrar alguma coisinha pra te instigar. Ficava pensando em como deveria agir, o que falar e se deveria falar, talvez fosse melhor ouvir. No final, conclui que o melhor seria agir naturalmente, ser eu mesma e não me preocupar com suas conclusões iniciais, não podia controlar isso e nem devia. E quando se trata de algo que não posso controlar, o coração vai a mil, e isso era só o começo.

Por fim te encontrei, você estava perfeitamente bem arrumado e perfumado, tratou-me de forma doce e gentil, como nunca tinham me tratado antes, e quando olhei suas mãos, ví que estavam tão trêmulas quanto as minhas. Foi o início de uma troca de energias boas e a retirada de energias ruins do passado, foi o início de quebras de barreiras e muros que eu havia construído dentro de mim,  foi a prova de que amor a primeira vista existe sim e quando acontece é mágico, o universo conspira e se encarrega de tudo: não vimos o tempo passar, conversamos ao som das músicas mais românticas do mundo e nos beijamos ao som de violinos. Romantismo não programado, sequer imaginado por nenhum de nós dois. Não escolhemos aquele restaurante com quartetos de cordas e decoração de bexiga de corações. A vida nos colocou lá e dessa noite em diante, nunca mais imaginamos nossas vidas sem o outro. 

Hoje, tenho a certeza de que tudo que vivemos nos trouxe até aqui. Nossa bagagem nos aprimorou pra sermos tudo o que sempre sonhamos um pro outro e isso não nos incomoda, temos histórias, não somos os primeiros na vida um do outro, mas tudo que desejamos hoje é que sejamos os últimos. Você foi capaz de transformar a minha vida em uma semana, capaz de me fazer desejar coisas que já tinha riscado completamente da minha vida (isso inclui ser mamãe) e percebo que amor de verdade é sinônimo de paz, segurança, cuidado e respeito.

Vinícius, em um de seus sonetos mais conhecidos, foi capaz de resumir o que penso e desejo hoje, com algumas adaptações:

"(...)

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure."


Que seja eterno e infinito enquanto isso nos fizer felizes e tudo que eu quero é ser pra sempre feliz ao seu lado e contribuir pra sua felicidade plena. 



P.S.: Eu vou ficar caduca, você já sabe. Por isso a importância desse blog embolorado e as mocas.







quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Sempre que leio um livro, assisto um filme ou uma série, tenho o hábito de procurar o personagem que mais se parece comigo. Quando comecei a assistir How I Met Your Mother não foi diferente, apenas errei de personagem no início. Acredito que até meus amigos, quando assistimos os primeiros episódios juntos, viram muito de mim no Ted Mosby. 

Pra quem nunca assistiu a série e não ficar "boiando", Ted é um homem que sonha em construir uma vida perfeita, com a parceira dos sonhos, ter filhos perfeitos, viver em uma casa perfeita, ser um profissional de destaque na sua área, sendo um tanto utópico e romântico demais.

Hoje, assistindo a sétima temporada, ví que não tenho nada do Ted. Talvez pensei ser ele porque sou a única que restou solteira entre meus amigos mais próximos e na minha família. Mas pensando bem, não sou a pessoa mais romântica do mundo por ser muito realista, quando penso em filhos lembro que tenho que abrir mão da minha liberdade e de boa parte da minha vida em função deles e já não faço questão da maternidade, não guardo sonhos ou expectativas com relação ao meu futuro parceiro com quem dividirei minha vida, como por exemplo, entrar em uma igreja vestida de noiva e blá, blá, bla,.. 

Vivo em busca de minha realização profissional e o meu maior desafio é viver longe das pessoas que amo: sou a Robin.

A Robin é uma mulher com dificuldades em se firmar em um relacionamento, que não prioriza casamento e tampouco a maternidade. Parece uma descrição de uma pessoa fria e sem graça, mas não... Ela é o porto seguro de todos os amigos. Não se conforma em não estar no emprego dos sonhos e está sempre buscando ter o lugar que como profissional ela acredita merecer. É confusa, mas é intensa quanto aos sentimentos e quando o bicho pega, não tem medo de mostrar sua fragilidade, mesmo sendo uma rocha. 

Por ser uma personagem de uma série, lógico que Robin terá seu final feliz. Como eu também terei. Viajarei para muitos lugares, conquistarei meu lugar no mercado de trabalho, mas talvez nunca conheça o homem que se encaixe as minhas loucuras, o que não importa, não importa também que nunca venha ter um filho. Eu sei, que apesar disso, nunca estarei sozinha ou sem alguém pra me dar calor. No final, é só isso que importa.

sábado, 25 de outubro de 2014

Que título eu coloco?

Sempre tive dificuldades em escolher um lado político. Nunca me considerei uma pessoa de direita e tive muito próximo da esquerda quando o ex-presidente Lula ganhou sua primeira eleição em 2002. Naquela época pensei: é a primeira vez que um presidente de esquerda com histórico de lutas contra a ditadura, melhores direitos dos trabalhadores e tantos outros movimentos sociais vai assumir a liderança no nosso Estado. Senti-me confiante de que isso poderia mudar o rumo de muita coisa.

Porém, eu e muitos outros tantos brasileiros nos desapontamos quando o mensalão veio a tona. Não importa que isso era uma prática constante de outros lideres de Estado, o Lula era o líder da esquerda, o representante da classe dos trabalhadores, dos mais desabonados. Meu desapontamento se tornou muito maior quando em 2008, diante de uma crise tremenda no mundo todo, empresas no Brasil desesperadas com um índice de endividamento bilionário da noite para o dia, e a postura do nosso então presidente foi dizer que o Brasil estava bem diante da crise, que o Corinthians, seu time do coração, estava bem e que tudo não passava de uma "marolinha".

PASMEI!

Na época, vi empresas desesperadas com seu fluxo de caixa totalmente prejudicado por conta da variação do dólar, vendo-se em situação de total risco de falência. Acompanhei grandes grupos empresariais brasileiros acabarem, os que não "quebraram" se fundiram, desfizeram-se dos seus ativos, reestruturaram-se societariamente, apenas para sobreviverem. Muitos deles convivem até hoje com um alto nível de endividamento e ainda encontram-se em estado financeiro delicado. Não sei se minha percepção que é baixa, mas essa tal de "marolinha" se tornou um tsunami que até hoje convivemos e o governo do PT insiste em dizer que estamos bem.

Voltando ao presente, o período de campanha eleitoral aberto, escândalos de desvios de dinheiro da Petrobras na mídia a todo vapor, julgamento do mensalão ainda vivo na memória de todos, onde, para mim, ficou claro que o PT é composto por BANDIDOS e se a esquerda é representada por esse tipo de gente, nunca serei de esquerda. Como se ainda não bastasse, também o PSDB envolvido no mesmo escândalo da Petro, ficando claro que são todos farinha do mesmo saco, então nunca serei de direita, quem o povo coloca no segundo turno: os dois grandes bandidos do momento.

Hoje estamos quebrados. Os grandes grupos continuam endividados, pensando em formas de se livrarem da marolinha do Lula. Temos também as prefeituras endividadas por conta das obras da Copa, os estados mais ricos do país sem recursos e também endividados. E nosso atual governo se recusa a abrir o jogo e deixar transparente para todos que não estamos diferentes de outros países em crise e que precisamos sim entrar em estado de alerta.

Analisando todo esse cenário, tendo que escolher entre dois bandidos, acabei decidindo pela direita. Pelo menos saberei a situação real em que se encontra o Brasil e não vou ficar mais 4 anos sendo enganada em alguns aspectos. Claro que serei em outros, mas por hora, acredito que uma nova gestão pode levar as pessoas a saírem desse estado letárgico em que se encontram.

quarta-feira, 12 de março de 2014

A vida adulta é uma sequência de decepções, talvez essa sequência comece um pouco antes, quando descobrimos que papai noel não existe. Ultimamente, muita coisa tem me desapontado, a ponto de pensar que talvez a ignorância me faça mais feliz do que o conhecimento em determinados assuntos.

Pra mim, as maiores decepções foi descobrir que a cera de abelha não era feita de abelha e que os mineiros não eram de Minas Gerais, como se não bastasse o trauma dessas duas constatações, essas últimas semanas fiz mais umas que poderia ter deixado passar...

Quem me conhece sabe que a única bebida alcoólica que aprecio é a cerveja. Pois bem, bebia e pensava: o mais puro malte, que delícia! Em uma integração pra assumir meu novo emprego, o rapaz fala que as cervejas no Brasil não sao 100% malte. Agora pergunto: por quê? Por que contar uma coisa dessas as pessoas assim do nada? Foi como destruir um sonho...

Quem me conhece sabe que tento me alimentar saudavelmente, mesmo que um dia ou outro eu pise nos tomates. Tinha orgulho em dizer: só como pão integral! Aí, em um domingo a noite qualquer, você está de bobeira no facebook e vê que alguém compartilha que os pães integrais no Brasil não são 100% também, que pode chegar a ter somente 30% de grão integral e o resto é o trigo branquinho enriquecido de ácido fólico. Nessa hora minha raiva foi grande, porque se soubesse disso teria comigo pão francês que sem o miolo é menos calórico e muito mais gostoso. Quase chorei, foi demais para mim.

Quem me conhece sabe que gosto de academia, pode não parecer, mas gosto! Nunca entendi nada de aparelhos de musculação, pra mim, tinha umas academias que tinha uns aparelhos mais "leves" que outras e pronto. Mas aí, devido a um grande amigo que montou uma academia com outro amigo, passei a saber superficialmente do quão importante são os aparelhos na hora do treino e quais as principais linhas. Desnecessário saber isso. Depois de conhecer uma academia com uma linha bacana, você não vai engolir qualquer coisa "meia boca" depois disso, nada mais te agrada, não importa que seja metade do preço, você vai sonhar com aquela que tem os aparelhos mais bonitos e ergonômicos, sejam da One ou Rigueto. Como saber disso me deu trabalho ao escolher uma academia, no final, quem chorou foi meu bolso.

Agora, que o banho de lua nada tem a ver com a lua foi fácil, quero ver o que mais posso descobrir, alguma coisa semelhante ao fato de que água de coco pode não vir do coco. Mas ainda não me conformo da cera de abelhas não ser de abelhas e dos mineiros nem sequer conhecerem Minas Gerais. Absurdo!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"Durmo, remoto; sonho, diferente,
Meu coração, ansioso e pressuroso,
Foi entalado num comboio entre
Os dois vagões do meu destino ocioso."


Sábias palavras de Fernando Pessoa, assinada pelo seu heteronômio Álvaro de Campos, que resumem a guerra de sentimentos internos que tenho vivido em apenas 4 versos. Não é de ontem, de semana passada ou mês passado, é de alguns meses que minha vida tem pedido uma pausa. Talvez eu seja fraca demais para aceitar que as coisas não são como gostaria que fossem, ou talvez eu seja corajosa o bastante para jogar tudo pro alto, simplesmente pra me colocar a disposição do que a vida tem para mim, porque talvez eu tenha ignorado seus sinais nos últimos meses.

É impressionante como a vida judia e sempre nos obriga abrir mão de uma coisa para oferecer outras...

Curitiba sorriu para mim e me acolheu desde o primeiro momento que coloquei meus pés aqui pensando que algumas horas depois voltaria para casa, mas ela não me deixou ir embora e continua relutante a me deixar ir. Conheci tantas pessoas incríveis nessa cidade. Pessoas de coração enorme e acolhedoras, profissionais brilhantes e que me servirão de inspiração para o resto da minha vida. Tive as melhores experiências aqui, a tal ponto que o "mais ou menos" não me basta. Aprendi a saborear o melhor da vida e descobri meu potencial como pessoa e como profissional. Curitiba me fez ver que não dá pra se acomodar e que basta uma inquietude para uma reviravolta.

Se está doendo? Está, com certeza! Mas é uma dor boa de sentir, sinal de que fiz as coisas certas ao ponto de ver que pessoas me farão falta e que farei falta para algumas também.

Talvez isso não seja uma despedida, seja um "até breve", mas estou pronta e aberta para as duas possibilidades.

As pessoas queridas que convivi aqui, digo: não tenham dúvidas que sentirei saudades. Em especial, a todos da equipe de Tributos Diretos da Votorantim, pessoas que me afeiçoei em tão pouco tempo, com as quais aprendi a ser alguém melhor. Agradeço a vocês, de todo o meu coração, pela acolhida, pelo respeito e confiança que me deram, por me assistirem com atenção em horas tediosas de treinamento, escutando minha voz fina e irritante, seja pela amizade ou pelo interesse, meu mais sincero OBRIGADA! Vocês todos conquistaram um espaço especial em meu coração. Contem sempre comigo!

Dessa nova fase, não sei o que esperar, tampouco o que me espera... Só posso arregaçar as mangas e pedir que venha! De tudo que vivi até aqui, foi um aprendizado e fundamental para encarar o que está por vir.

Sucesso a todos nós!

sábado, 2 de março de 2013

Hem, hem...

Oi? Olá? Alguém aí?

Eu abandonei o barco, pensei em escrever coisas de destaque e percebi que poucas coisas merecem destaque ou tudo é tão importante, mas ficaria massante escrever o quanto é bom poder respirar, correr, amar, comer, ter perfeitas condições de saúde para desfrutar a vida que Deus nos dá.

Quase 1 ano sem aparecer preciso compartilhar uma experiência única. Um destino inusitado do qual só tinha ouvido falar e pouco sabia: Ilha de Páscoa, Chile.

A escolha foi na empolgação e sem cálculo de quanto isto custaria e se valeria a pena, deixamos por conta da nossa própria expectativa e acreditamos no que o Wikipedia dizia. Porém, ao chegar na Ilha descobrimos que pouca coisa era verdade, os mistérios que envolve o lugar é algo difícil de explicar, só mesmo estando lá para saber e sentir.

A pequena porção de terra em formato triangular nascida da erupção de 3 grandes vulcões é a mais afastada de um continente no globo. Devido as condições climáticas e o vento intenso, a Ilha não produz alimentos e tudo vem de fora, o que torna a alimentação cara, a constação disto foi assustadora.

As grandes estátuas de pedra vulcânica, os moais, esculpidas de forma misteriosa pelos povos antigos da Ilha impressionam, hipnotizam e nos deixam de queixo caído. A imensidão azul do pacífico é capaz de arrancas suspiros de admiração a cada onda. A pulsação ao entrar em cavernas escuras é algo indescritível.

Não se compara com uma viagem a New York, Paris ou Londres, lá só sobrevive aquele com sede de aventura e curiosidade em desvendar os mistérios por trás dos Moais.

Algumas informações importantes para você que se interessou:

Operadora de Vôo: Lan Peru, no Brasil por meio da Tam

Hospedagem: É possível ficar em hoteis, Hostel e camping

Alimentação: Caríssima! Se quiser passar muito bem, reserve 100 dolares por dia somente pra isso. Se quiser uma estadia mais modesta, é possível fazer compras no mercado e se alimentar de forma módica, gastando em média 20 dolares por dia.

Meio de locomoção: Não existe transporte público, porém há vários lugares que alugam carros, bicicletas e algumas rotas é possível fazer a pé. Eu recomendo fazer a pé apenas a subida ao Rano Kau, o maior e mais belo vulcão da Ilha. Considero importante a contratação de guia, se não muita coisa pode passar despercebido e outras podem parecer sem sentido. Os guias contam a história dos Moais, os Ahu's e costumes dos Rapa Nui.

PREÇOS:
(com base em minha experiência)

Passagens: R$ 1.350, compradas com 4 meses de antecedência e em época de baixa temporada.

Hotel: Optamos por um bem simples, incluindo apenas café da manhã. R$ 80, a diária, fiquei 3 noites totalizando R$ 240.

Taxa de entrada no Parque Nacional Rapa Nui (NÃO É OBRIGATÓRIA): 50 dolares no aeroporto, comprando no desembarque da Ilha ou 60 dólares no Guichê do parque, mas o não pagamento não te impede de entrar e conhecer os dois vulcões.

Guia de Turismo: Varia entre 45 a 65 dólares, depende do tamanho do grupo. Os guias utilizam carros próprios, estão preparados para se comunicar em Inglês, Espanhol e Francês. O que contratamos foi um anjo, o Sr. Patrício. Nos contou sobre tudo: lendas, teorias científicas desenvolvidas e costumes.

Alimentação: Essa parte foi dolorosa. almocei apenas um dia em restaurante e jantei uma única vez, na última noite na Ilha. No mais, fizemos compra no mercado. Mesmo assim, misteriosamente, se foram 185 mil pesos chilenos e uns trocados em dólares. Uma refeição bem básica, daquelas que qualquer brasileiro fica com fome, custa em média 8mil pesos chilenos, equivale a quase R$ 40. Uma refeição satisfatória custa 30 mil pesos pelo menos, equivale a quase R$ 150.

Souvenirs: Compre tudo no Dutty Free que sai bem mais barato! Brincadeira... os artezanatos da Ilha são de enlouquecer, mas não são baratos. Eu gastei aproximadamente 80 mil pesos com souvenirs, equivale a uns R$ 330. Comprei chaveiros, porta chaves de madeira, camisetas, vestido, canecas, baralho, copinhos de cachaça, enfim, quis trazer para todo mundo. Se fosse só pra mim gastaria a metade.

Total
Passagens: R$ 1.350
Hotel: R$ 240
Taxa do Parque Rapa Nui: R$ 100
Guia: R$ 100
Alimentação: R$ 1.000
Souvenirs: R$ 330

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